quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Movimento Sulista


Movimento Sulista


O movimento Sulista (também chamado de movimento “O Sul é o Meu País” e de movimento Separatista) vem a ser um movimento em prol da separação do sul brasileiro (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) das demais regiões do país.
O movimento apesar de ser cada vez maior ainda é considerado um embrião. Nas comunidades on-line (maior fomentador deste movimento) existem apenas 21 mil membros adeptos, mais contabilizando apenas os ativos com muita dificuldade atingiríamos 100 pessoas.
O movimento conta com muitas divergências entre os adeptos, dentre todas poderíamos citar as duas principais:
- Quais os estados que entrariam junto no movimento não pertencentes ao sul. Aos que apóiam a integração de mais estados, quase sempre entram em consenso da participação do estado de São Paulo. Existem alguns em menor escala que defendem a participação do estado de Mato Grosso do Sul, por ser uma potencia agrícola. Mais nestes dois casos, ambos os grupos aderem em senso comum à integração dos três estados sulistas.
- Qual seria a capital. Este é o maior problema que é encontrado para que o movimento ganhe real expressão, uma vez que cada estado indica a capital uma cidade interna sua, nenhum dos três cede. Existem comentários de que houve um movimento de expressão entre executivos, porem, não chegaram em um consenso sobre qual cidade seria tomada por capital nacional, e consideraram-na inviável.
Consideremos também a falta de planejamento como um grandioso problema para o movimento. Ainda não se foi realizado um estudo aprofundado de alguns problemas básicos, tais como:
Esporte: como seria formada a Confederação dos esportes, a organização de campeonatos nacionais, a vinculação a entidades mundiais (tais como a FIFA, a FIBA, etc.), a participação das seleções em campeonatos internacionais, entre outros aspectos;
Política Interna: de que maneira se procederia as votações, constituição, se as formações dos estados seriam as atuais, e a principal: qual seria o nome do novo país;
Política externa: as relações com outros países; a aprovação dos outros países para a nossa independência, a probabilidade de conflitos ideológicos com outros paises, etc;
Economia: o país teria a sua economia voltada para qual setor, a moeda que circularia no país, a implantação de uma Bolsa de Valores, a força para competir com outros mercados;
Independência: se a independência seria de forma pacifista ou envolveria forças armadas.
Considerando estes itens como uma grandiosa duvida que acerca os adeptos, os organizadores publicaram apenas uma carta de princípios, não trazendo demais respostas. Então podemos concluir que para uma real expressão do movimento, se faz necessário que os organizadores planejem melhor estas questões, para que no futuro o país não venha a ter grandes problemas.

Quer conhecer mais sobre o Movimento Sulista (Sul é meu País) acesse: Patriasul.org