sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

LIBERALISMO, O QUE DE FATO É???

Podemos dizer que o liberalismo é um conjunto de princípios e teorias políticas, que apresenta como ponto principal a defesa da liberdade política e econômica. Neste sentido, os liberais são contrários ao forte controle do Estado na economia e na vida das pessoas.

Tem como características básicas:


- Defesa da propriedade privada: Todo INDIVIDUO tem direito propriedade privada e possuir bens.


- Liberdade econômica: É a situação em que as pessoas de uma sociedade desempenhando um papel de agente econômico, podem escolher como usar o recurso de que dispõem - seja natural ou físico ou intangível como sua força de trabalho ou sua força de empreendedorismo, de sua propriedade sem ter de se sujeitar à qualquer compulsão ou coerção de outro agente, seja privado ou do estado.


- Estado minimo: O Estado (governo) procura intervir o minimo possivel na economia do país.

- Igualdade perante a lei: compreende que TODAS as pessoas devem ser tratadas da mesma maneira, independente de sua raça, gênero, religião, classe social ou orientação sexual. TODOS perante as leis são iguais.


HISTORIA

O liberalismo surgiu na época do iluminismo contra a tendência absolutista e indica que a razão humana e o direito inalienável à ação e realização própria, livre e sem limites, são o melhor caminho para a satisfação dos desejos e necessidades da humanidade. Este otimismo da razão exigia não só a liberdade de pensamento mas também a liberdade política e econômica.




O maior nome no liberalismo seja o de John Locke também conhecido como o pai do liberalismo, John Locke (1632-1704) nasceu na aldeia de Somerset, em Wrington, Inglaterra, no dia 29 de agosto de 1632. Filho de um advogado e capitão da cavalaria parlamentar, com 14 anos ingressou na Westminster em Londres. Em 1652, entrou para a Christ Church College, da Universidade de Oxford. Formou-se em 1656 e dois anos mais tarde fez o mestrado. Em 1660 foi nomeado professor da instituição, onde lecionou grego antigo e retórica.

Durante algum tempo, Locke estudou a filosofia racionalista de Descartes – que lhe despertou o interesse pela teoria do conhecimento. Em 1667, tornou-se secretário de Lord Ashley Cooper, chanceler da Inglaterra e futuro conde Shaftesbury, Nessa época, Locke desenvolveu sua teoria do liberalismo político e se interessou cada vez mais pelas discussões filosóficas e científicas.

Em 1668, John Locke tornou-se membro da Academia Científica da Sociedade Real de Londres, onde realizou diversas pesquisas. Foi amigo e colaborador do cientista Robert Boyle. Como sua especialidade era a Medicina ele manteve relações com importantes cientistas da época, entre eles, Isaac Newton. Entre 1675 e 1679 residiu na França em missão diplomática.

Ao retornar à Inglaterra, deparou-se com problemas políticos decorrentes da sucessão de Carlos II. Adversário do absolutismo monárquico da Inglaterra de Carlos II e de Jaime II, em 1683, por defender o parlamentarismo, John Locke foi obrigado a se refugiar nos Países Baixos, onde permaneceu por cinco anos. Em 1689, depois da Revolução Gloriosa, Guilherme de Orange foi coroado como Guilherme III, tendo que aceitar a “Declaração dos Direitos” apresentada pelo Parlamento, como base do sistema de monarquia constitucional, a qual Locke ajudou a redigir.




Outro pensador do Liberalismo tao importante quanto John Locke foi Adam Smithfoi um importante filósofo e economista escocês do século XVIII. Nasceu na cidade escocesa de Kirkcaldy, em 5 de junho de 1723, e faleceu em Edimburgo no dia 17 de julho de 1790.

Ficou conhecido como o pai do liberalismo econômico, por sua principal teoria que baseava-se na ideia de que deveria haver total liberdade econômica para que a iniciativa privada pudesse se desenvolver, sem a intervenção do Estado. A livre concorrência entre os empresários regularia o mercado, provocando a queda de preços e as inovações tecnológicas necessárias para melhorar a qualidade dos produtos e aumentar o ritmo de produção.
Sua principal obra foi A Riqueza das Nações escrita em 1776. Nesta obra Adam Smith buscou diferenciar a economia política da ciência política, a ética e a jurisprudência. Fez também duras críticas a política mercantilista e sua intervenção irrestrita na economia. Porém, a teoria principal defendida por Adam Smith nesta obra é a de que o desenvolvimento e o bem estar de uma nação advém do crescimento econômico e da divisão do trabalho. Esta última, garante a redução dos custos de produção e a queda dos preços das mercadorias. Defende também a livre concorrência econômica e a acumulação de capital como fonte para o desenvolvimento econômico.

KEYNESIANISMO,  essa teoria propõe um regime de pleno emprego e forte controle da inflação, de tal maneira que o desemprego desapareceria diante a força do mercado, o keynesianismo também defende uma maior interferência do estado, em oferecer benefícios sociais, exemplo seguro saudê, seguro desemprego, salario minimo e outros.

Nesse sentido, o Estado tem deveres a cumprir para com seus cidadãos, lhes proporcionando uma vida digna. Essa teoria levou ao surgimento do conceito de bem-estar social. 

E NO BRASIL?
o liberalismo econômico esta em alto em nossas terra tupiniquim, apos as eleições de 2014 decorrentes escândalos na politica nacional, abriu o espaço para a agenda econômica liberal, impulsionado por um grupo conhecido como MBL, grupo de jovens antipetista que ajudaram com manifesto contra Dilma em 2015 e 2016 culminando em seu impeachment e o apoio ao governo Temer.

O MBL acredita no livre comercio (a mão invisível) e no estado minimo com um pezinho no conservadorismo da direita brasileira, com a Dilma fora do caminho em 2017, o MBL organizou um grande acordo nacional entre, PMDB, DEM, evangélicos e ruralistas para tentar eleger Doria presidente com ou sem ajudada do PSDB, mas isso não deu muito certo e o PSDB apostou em Geraldo Alckimim e Doria lançou sua candidatura para governador.

Em 2017 em época de eleição o MBL se tornaria noticia apos ter inúmeras paginas e perfis fake deletados pelo facebook por fazerem parte de uma rede de criação de FAKE NEWS o grupo de jovens se defendeu dizendo que tudo nao se passa de censura feita pelo facebook o qual eles acusam de ser de esquerda.

[IRONIC MODE ON] : MBL acredita na liberdade econômica que o estado jamais deve interferir nos interesses de uma empresa, mas o ter seus perfis deletados a primeira coisa que fizeram foi pedir a intervenção do estado "Malvadão" contra o facebook
[IRONIC MODE OFF]

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

VOLTANDO A ATIVA

Quase 8 anos desde a ultima postagem minha nesse blog, a UTOPIA esta na ativa novamente, nesse longo período, tantas coisa aconteceram,

2013: os protestos de 2013,
2014: as eleições de marcada por escândalos do governo petista,
2015: a não aceitação do resultado das urnas
2016: os protestos e impeachment da então presidente Dilma,
2018: as eleições, polarização da politica (esquerda ou direita, PTralhas ou Coxinhas), fakes news, Bolsonaro eleito...
2019: um futuro incerto!?

é nesse futuro incerto, construído a base fake news (por ambos os lados) que a verdade e o conhecimento políticos se faz necessário, é isso que me comprometo a fazer daqui para frente.





quarta-feira, 10 de março de 2010

Exército Zapatista de Libertação Nacional

Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), em castelhano Ejército Zapatista de Liberación Nacional, é um grupo revolucionário armado baseado no estado mexicano de Chiapas. O EZLN visa a combater as opressões sofridas pelos povos indígenas no México, e, mais que um grupo guerrilheiro, se auto-define como um movimento organizado em comunidades cuja organização política seria baseada na "democracia direta". O EZLN incorpora em sua luta tecnologias modernas como telefones via satélite e a internet como maneira de obter apoio interno e no estrangeiro.

Conceito da Organização

Seu nome homenageia a Emiliano Zapata Salazar, um dos líderes da Revolução Mexicana.

A teoria e a práxis zapatistas colocam-na a par de outros movimentos da chamada pós-Guerra Fria, tais como sem-terra, piquetero argentino, o cocalero boliviano, e okupa espanhol, o jovem francês contra o Contrato de Primero Emprego; ligados a um discurso que está etiquetado como contracultural que alguns autores identificam como uma suposta generación Z de movimentos de esquerda anticapitalistas que não buscam, a diferença de outros movimentos estadocentristas, a tomada do poder estatal.

Sua luta, que se pode dar um seguimento nas mãos de suas seis declarações políticas, se pode expressar com três pensamentos mínimos que vão do local ao global:

  1. A defesa de direitos coletivos e individuais negados aos povos indígenas mexicanos.
  2. A construção de um novo modelo de nação que inclua a democracia, a liberdade e a justiça como princípios fundamentais de una nova forma de fazer política. Obs: O EZLN entende que (mesmo no atual governo democrático) as categorias de base, os camponeses, muitos de origem ameríndia, ainda não usufruem da liberdade e justiça que a democracia deveria fortalecer. O movimento tem uma orientação marxista e entende conceitos como democracia e liberdade de forma diferente da do atual governo mexicano.
  3. O tecido de uma rede de resistências e rebeliões no mundo todo em nome da humanidade e contra o neoliberalismo.
Antecedentes

Durante o regime do partido único Partido Revolucionário Institucional (PRI) que durou mais de 70 anos, os movimentos camponeses, operários e populares que discordavam do modelo de nação priísta enfrentaram consecutivas e sistemáticas repressões; incluindo em ocasiões a perseguição, a prisão, o desaparecimento e o assassinato de centenas de estudantes, camponeses, trabalhadores, professores, etc., no largo e amplo território nacional do México. Isto provocou que muitos jovens consideraram os canais legais da participação política fechados e apostaram pela formação de organizações armadas para buscar a derrota do regime desde seu ponto de vista autoritário e melhorar as condições de vida da população.

Entre estas organizações de porte clandestino se encontram o Partido Revolucionário operário Clandestino União do Povo (PROCUP), a Associação Cívica Nacional Revolucionária (ACNR), o Partido dos Pobres (PDLP), a Liga Comunista 23 de Septembro e as Forças da Libertação Nacional (FLN). Deste último grupo, seguem o mesmo EZLN e de acordo com diversas fontes entre as que se encontram investigações do governo mexicano, surgiu o Exército Zapatista da Liberacão Nacional. Em um ato de 17 de novembro de 2006, o porta-voz do EZLN, Subcomandante Insurgente Marcos, afirmou: "Em Monterrey, Novo León, faz mais de 37 anos, um pequeno grupo de pessoas nasceram o que chamaram Forças da Libertação Nacional. Desde sua origem adotaram uma ética de luta que depois herdamos aqueles que somos parte do Exército Zapatista de Libertação Nacional." ao parecer, as FLN se fundaram aos finais da década de sessenta no norte do país (Monterrey, Nuevo León) e, a decir do general Mario Arturo Acosta Chaparro, em seu informe Movimentos subversivos no México, "tinham estabelecidas suas zonas de operações nos estados de Veracruz, Puebla, Tabasco, Nuevo León e Chiapas".

Em fevereiro de 1974 aconteceria em San Miguel Nepantla, Estado de México, um enfrentamento entre um comando doExército federal, na frente do qual estava o então tenente coronel Acosta Chaparro, e integrantes da FLN. Alguns destes perderiam a vida na raíz do combate, como Carmen Ponce e Dení Prieto, e outros seriam levados à prisão para serem depois torturados, como aconteceu a María Gloria Benavides.

Dado como certo o golpe de estado, a FLN se fechou a uma operação clandestina ainda mais fechada, e não teria sido até princípios da década de oitenta quando alguns deles decidiram a fundação de que agora conhecemos como Exército Zapatista de Libertação Nacional.

Segundo documentos zapatistas, a historia do EZLN teve sete etapas. A primeira foi a de seleção dos líderes revolucionários (cinco homens e uma mulher) que formariam a primeira célula político-militar da organização. A segunda seria a da fundação propriamente dita do Exército Zapatista de Liberação Nacional, trás a instalação do primeiro acampamento zapatista em Chiapas, o que chamariam de "La Pesadilla". A terceira etapa foi de preparação, estudo de estratégia e tática militar, a partir de manuais dos exércitos estadounidense e mexicano; de instalação de novos acampamentos como "El Fogón", "Reclutas", "Baby Doc", "De la Juventud" e até um chamado "Margaret Thatcher".

Na quarta etapa, mais o menos em 1985, o grupo fez os primeiros contatos com os povos da região. A quinta etapa o mesmo EZLN a chama "de crescimento explosivo", porque sua área de influência abarcou não só a Selva Lacandona, senão também as zonas de Los Altos e de norte de Chiapas. A sexta etapa surge a partir de uma votação dentro da organização, e diz respeito a ir ou não a guerra contra o governo mexicano e, logo do "sim" majoritário, os preparativos para o levantamento (os zapatistas situam cronologicamente nesta etapa um conflito em maio de 1993 com elementos do Exército federal, no que chamaram "Batalha da Corralchén"). Entre a madrugada de 29 de dezembro de 1993 e a tarde de 31 se aconteceria a sétima etapa. O objetivo: atacar simultaneamente quatro centrais municipais e outras três a mais 'de brinde', reduzir as tropas policiais e militares nessas localizações e tomar de assalto dois grandes quartéis do Exército Federal.

O aparecimento do EZLN no cenário político acontece em 1993, durante a véspera do ano novo, com a tomada das centrais municipais de San Cristóbal de Las Casas, Altamirano, Las Margaritas e Ocosingo; e ainda, as de Oxchuc, Huixtán e Chanal. Nesse mesmo dia, dirigindo o avanço sobre Las Margaritas, município que albergaria ao que seria chamado o primeiro Aguascalientes zapatista, cairia morto o Subcomandante Insurgente Pedro, chefe do estado maior do EZLN.

Apesar de existirem diversos informes que davam conta da presença zapatista na região conhecida como os Altos de Chiapas, o ato tomaria desprevenido o Governo Federal, que se preparava para a entrada em vigor do Tratado do Livre Comércio da América do Norte entre Estados Unidos, Canadá e, precisamente, México.

Chávez diz que 'Deus é bolivariano'

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou ter um plano para superar a atual crise de energia no país. Segundo o jornal colombiano El Espectador, haverá também ajuda divina para combater o problema: "Porque Deus é bolivariano", garantiu o líder venezuelano.

Chávez tratou do tema na noite de ontem, durante um evento com esportistas. Ele recomendou também que se economize energia e anunciou a instalação de termelétricas para lidar com a carência energética.

Chávez garantiu, segundo o site do jornal colombiano, ter fé em que chegarão as chuvas em breve ao país, bastante dependente da energia hidrelétrica, que representa 70% da produção energética nacional.

"Os esquálidos (oposicionistas) estão querendo que não chova. Mas vai chover mais, compadre, tu vais ver, porque Deus é bolivariano, Deus não pode ser esquálido. A natureza está por nós", garantiu Chávez.

O líder venezuelano afirma ser artífice de uma revolução socialista no país, inspirada em Simón Bolívar, herói da independência latino-americana. A Venezuela mudou seu nome oficial para República Bolivariana da Venezuela.

Chávez garantiu que os investimentos estão sendo feitos para combater a falta de energia. Enquanto o problema não se resolve, ele sugeriu uma "dieta elétrica" à população.

Fonte.: Estadao.com.br

VITORIA DA ETICA!!


Prisão é a segunda “queda” na vida política de Arruda

Governador do DF foi preso por tentativa de suborno. Em 2001, ele fraudou painel do Senado

A prisão de José Roberto Arruda é a segunda “queda” dele na política. Em 2001, Arruda foi acusado de fraudar o painel do Senado. Agora, o governador afastado do Distrito Federal é acusado de tentativa de suborno a testemunhas do mensalão do DEM. Arruda seria o chefe do esquema de pagamento de propina no Distrito Federal.


A situação de Arruda ficou mais complicada depois que o jornalista Edmilson Edson dos Santos, conhecido como Sombra, afirmou que o governador teria oferecido R$ 3 milhões para que ele realizasse três missões para ajudar a livrar Arruda das denúncias de corrupção. Procurada, a assessoria de Arruda negou todas as acusações e afirmou que foi montada uma farsa que está sendo desmontada.

O jornalista conta que não faria as acusações sem prova e alega ter arquivos de áudio e vídeo que comprometem Arruda e registram todo o assédio sofrido por ele. Sombra não gosta que o episódio seja chamado de tentativa de “suborno” e afirma que o melhor termo para designar a atuação dos aliados de Arruda seria “tentativa de cooptação”.

Painel do Senado

Arruda foi eleito governador do DF em 2006, cinco anos depois de se envolver no escândalo de quebra de sigilo do painel do Senado. Arruda, então no PSDB, era líder do governado Fernando Henrique Cardoso.

Junto com Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), Arruda foi acusado de fraudar a votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão. Apesar de a votação ser secreta, o sigilo foi quebrado e senadores que votaram pela cassação eram constrangidos pela base do PMDB.

Arruda negou as acusações de fraude, subiu à tribuna e jurou até por seus filhos que era inocente. Dias depois, com as fortes evidências da quebra de sigilo do painel, Arruda renunciou ao cargo e livrou-se da cassação do mandato, que poderia torná-lo inelegível por nove anos.

Após sair do senado, Arruda deixou o PSDB e filiou-se ao DEM. Um ano depois, Arruda voltou ao Congresso como deputado federal. Em 2006, foi eleito governador.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ministros saem de férias e Brasília fica às moscas

SÃO PAULO - A Esplanada dos Ministérios e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) - sede provisória do governo enquanto o Palácio do Planalto é reformado - estão literalmente às moscas neste início de ano eleitoral. Dos 37 ministros que compõem a equipe, 23 tiraram férias. A maioria do time retorna ao batente na próxima segunda-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que descansa na Base Naval de Aratu, em Salvador (BA).

Pré-candidata do PT à sucessão de Lula, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, voltará ao trabalho amanhã, quando o presidente deve seguir para o Guarujá, no litoral paulista. O PT já preparou intensa agenda de contatos políticos para ela até 18 de fevereiro, data de abertura do 4º Congresso Nacional do partido, que homologará sua candidatura ao Planalto e aprovará as diretrizes do programa de governo.

O roteiro montado pela cúpula do PT para Dilma prevê reuniões com dirigentes petistas e políticos da base aliada nos fins de semana. Será uma espécie de "preparação" para o megaencontro do PT, em fevereiro, quando a legenda também completa 30 anos. Na prática, fevereiro será o mês em que o governo e o PT vão aproveitar todas as ocasiões para tentar impulsionar a campanha de Dilma.

Candidaturas

As férias dos ministros coincidem com o recesso da Câmara e do Senado, que só retomam as atividades em 2 de fevereiro. Quando voltarem ao trabalho, porém, muitos integrantes do primeiro escalão do governo nem vão esquentar a cadeira. O ministro da Justiça, Tarso Genro, por exemplo, deve abrir a temporada dos que vão deixar o cargo para disputar as eleições. Se o presidente não mudar de ideia, Tarso sairá da Esplanada em fevereiro para fazer campanha ao governo do Rio Grande do Sul pelo PT.

No mínimo outros 12 ministros também entrarão na corrida eleitoral de outubro, mas Lula pediu a eles que permaneçam na equipe até o prazo máximo estabelecido pela lei, que é 3 de abril. De quebra, o presidente ainda tenta convencer alguns, como os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo (PT), e do Esporte, Orlando Silva (PC do B), a desistirem das respectivas candidaturas a deputado federal para ajudar Dilma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ministros saem de férias e Brasília fica às moscas

SÃO PAULO - A Esplanada dos Ministérios e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) - sede provisória do governo enquanto o Palácio do Planalto é reformado - estão literalmente às moscas neste início de ano eleitoral. Dos 37 ministros que compõem a equipe, 23 tiraram férias. A maioria do time retorna ao batente na próxima segunda-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que descansa na Base Naval de Aratu, em Salvador (BA).

Pré-candidata do PT à sucessão de Lula, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, voltará ao trabalho amanhã, quando o presidente deve seguir para o Guarujá, no litoral paulista. O PT já preparou intensa agenda de contatos políticos para ela até 18 de fevereiro, data de abertura do 4º Congresso Nacional do partido, que homologará sua candidatura ao Planalto e aprovará as diretrizes do programa de governo.

O roteiro montado pela cúpula do PT para Dilma prevê reuniões com dirigentes petistas e políticos da base aliada nos fins de semana. Será uma espécie de "preparação" para o megaencontro do PT, em fevereiro, quando a legenda também completa 30 anos. Na prática, fevereiro será o mês em que o governo e o PT vão aproveitar todas as ocasiões para tentar impulsionar a campanha de Dilma.

Candidaturas

As férias dos ministros coincidem com o recesso da Câmara e do Senado, que só retomam as atividades em 2 de fevereiro. Quando voltarem ao trabalho, porém, muitos integrantes do primeiro escalão do governo nem vão esquentar a cadeira. O ministro da Justiça, Tarso Genro, por exemplo, deve abrir a temporada dos que vão deixar o cargo para disputar as eleições. Se o presidente não mudar de ideia, Tarso sairá da Esplanada em fevereiro para fazer campanha ao governo do Rio Grande do Sul pelo PT.

No mínimo outros 12 ministros também entrarão na corrida eleitoral de outubro, mas Lula pediu a eles que permaneçam na equipe até o prazo máximo estabelecido pela lei, que é 3 de abril. De quebra, o presidente ainda tenta convencer alguns, como os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo (PT), e do Esporte, Orlando Silva (PC do B), a desistirem das respectivas candidaturas a deputado federal para ajudar Dilma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.